Flamengo 1x0 Vasco - Final da Copa do Brasil de 2006

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História

Jônatas levanta a taça da Copa do Brasil - Lancenet

Único time carioca campeão da Copa do Brasil até então, o Flamengo, que já havia chegado à decisão da competição duas vezes nos últimos três anos, contra o Cruzeiro em 2003, e contra o Santo André em 2004, voltou a grande final em 2006, tentando se redimir das últimas decepções. Nada melhor do que enfrentar o Vasco da Gama, grande rival, e freguês na história recente de confrontos entre as equipes em finais, para conquistar esse importante título.

O Rubro-Negro chegou à final após passar pelo Ipatinga-MG, nas semi-finais. E foi do time mineiro que veio o treinador que levou o Flamengo ao título. Após demitir Waldemar Lemos, o departamento de futebol contratou Ney Franco para comandar a equipe. Já o Vasco, em uma semi-final carioca, derrotou o Fluminense, formando assim, a primeira final de Copa do Brasil entre dois times do mesmo estado na história.

Na primeira partida da decisão, o Flamengo venceu o rival por 2x0. O jogo seguinte seria para confirmar o bicampeonato rubro-negro e fazer, pela quinta vez consecutiva, o Vasco da Gama sentir o amargo gosto do vice-campeonato. Com gol do lateral Juan, e com direito a olé, o Rubro-Negro venceu por 1x0, e fez a festa da imensa torcida do Clube em todo país.

O Jogo

Juan comemora seu gol com Léo Moura - GloboEsporte.Com

Após ter ganho o primeiro jogo por 2x0, o Flamengo entrou em campo na noite do dia 26 de julho de 2006 com uma vantagem considerável para a finalíssima da Copa do Brasil daquele ano, diante do Vasco, no Maracanã. Mas, clássico e clássico, e os jogadores do Fla, conscientes disso, trataram de rechaçar o favoritismo e entrar em campo com raça para conquistar o título. E conseguiram.

Em uma partida muito movimentada, o time da Gávea começou melhor, e logo com 1 minuto de jogo, Léo Moura deu ótimo passe para Renato Augusto, que sozinho, à frente do goleiro, desperdiçou a chance, mas animou a torcida. Quinze minutos depois, um lance crucial na partida. O atacante vascaíno Valdir Papel cometeu dura falta em Leonardo Moura, e como já tinha levado cartão amarelo, foi expulso. Mais festa ainda da torcida rubro-negra e um sinal de que o título estava próximo.

Mesmo atordoado com a expulsão de Valdir Papel, o Vasco quase abriu o placar, aos 18, quando Morais arriscou de fora da área. Mas o goleiro Diego salvou o rubro-negro, que, a partir daí, foi o dono do jogo. Aos 21, Obina recebeu passe de Renato dentro da área. Ele tentou o chute, a zaga cortou, e no rebote ele bateu por cima do gol.

Diego, Renato e Léo Moura festejam após o fim do jogo - Lancenet

Três minutos depois, aos 27, o lateral-esquerdo Juan entrou para a história do Flamengo. Após rebatida na área, a bola sobrou limpa para o jogador, na meia-lua. Com um chute forte no canto esquerdo, ele abre o placar. 1x0 para o Flamengo. Somando as duas partidas, 3x0, e ainda com um homem a mais em campo. O título estava garantido.

Na volta do intervalo, a equipe rubro-negra demonstrou seriedade e continuou pressionando os vascaínos. Aos 10, Obina acertou a trave. Aos 15, Jônatas quase marcou um golaço. Após driblar três marcadores, entrou na área, mas chutou fraco, para a defesa do goleiro Cássio. Aos 21, foi a vez de Luizão quase marcar. O atacante acertou a trave em chute de dentro da área. Aos 40, já com a certeza do título, a torcida começa a gritar olé e a soltar o grito de "Bicampeão" aliado a um coro já tradicional nos jogos decisivos contra o Vasco: "Ôôôô, vice de novo!"

Vídeo

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Ficha Técnica

Pôster dos Campeões - Lancenet

VASCO 0 x 1 FLAMENGO
2º Jogo da Final da Copa do Brasil 2006

Local: Maracanã, Rio de Janeiro (RJ)
Data: 26/07/2006
Árbitro: Carlos Eugênio Simon
Assistentes: Ednilson Corona e Aristeu Tavares

Gol: 27'/1ºT - Juan (FLA)

VASCO: Cássio, Wagner Diniz, Fábio Braz, Jorge Luiz e Diego; Ygor, Andrade (Abedi - 8'/2ºT), Ramon (Valdiram - 32'/1ºT) e Morais (Ernane - 12/2ºT); Edilson e Valdir Papel - Técnico: Renato Gaúcho

FLAMENGO: Diego, Rodrigo Arroz, Fernando e Renato Silva; Leonardo Moura, Jônatas, Toró (Obina - 19'/2ºT), Renato, Renato Augusto(Peralta - 31'/2ºT) e Juan; Luizão (Léo - 41'/2ºT) - Técnico: Ney Franco.

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